Uma pitada de cultura nunca é demais e nessa seara, São Paulo tem muito a oferecer… Mas para quem não resiste à uma comprinha, há muitas opções de museus com ótimas lojinhas para desbravar após um passeio cultural. A lojinha que fica no piso térreo do Museu Afro Brasil, próxima à entrada principal, é uma viagem à África. Com enorme variedade de esculturas, artesanato, brinquedos e tecidos, a temática africana impera. Artistas tupiniquins mergulham fundo na história do continente vizinho e desenvolvem mimos cheios de graça, como roupas tradicionais, xales, bolsas e túnicas com motivos afro-brasileiros. A lojinha do MuBE, com curadoria da artista plástica Angela Bassan, especializou-se em arte popular. Entre muito artesanato brasileiro, livros e obras de arte, há documentos que contam a história do museu. O catálogo de Paulo Mendes da Rocha – arquiteto responsável pelo projeto do MuBE – é um dos itens mais procurados. Vale lembrar, toda a renda da loja é revertida para a ONG Ação, Ética e Cidadania. Agora, se a ideia for um passeio repleto de cultura e – de quebra – boa comida, o roteiro é esse: almoce no Santinho (restô da rede Capim Santo dentro do Instituto Tomie Ohtake) e faça a digestão na Livraria Gaudi, anexa ao prédio. Com a proposta de oferecer ao público os melhores títulos quando o assunto é arte, fotografia, design e arquitetura, lá é possível encontrar exemplares raríssimos, como Brasil 50 anos Depois, de Roberto Pontual, todos os livros de arte da Cosac Naify e as publicações mais badaladas da editora Taschen. Outra que surpreende é a Loja MAM, localizada na entrada do museu. Por ali, uma ótima seleção de livros de arte, catálogos, objetos de design, presentinhos exclusivos e souvenirs importados. Mas nem só de importação são abastecidas as prateleiras de lá: duas vezes por ano, os entusiastas aguardam ansiosos ao lançamento semestral da linha by MAM. A coleção própria do museu conta com artigos de papelaria, acessórios, brinquedos e cacarecos para dar um up na décor. Outra surpresa fica ao lado da entrada da sala Clemente de Faria, no 1º subsolo do prédio do MASP: a loja do museu oferece mais de 500 produtos, entre eles itens de papelaria (os cartões postais são o carro-chefe da casa), pôsteres, prataria e títulos das editoras Companhia das Letras, Jorge Zahar e H.F. Ullmann. Na prateleira central, cerâmicas assinadas por Norma Tamaoki – a única artista do mundo autorizada a produzir peças com obras de Tarsila do Amaral – repousam ao lado dos produtos de Kimi Nii, que também podem ser encontrados na loja do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MOMA.
Até o próximo post, beijinhos, Kharina Nogueira

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